
O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto no sábado (28), confirmou a mídia estatal, após os Estados Unidos e Israel lançarem o ataque mais ambicioso contra alvos iranianos em décadas.
Um alto funcionário israelense havia dito à Reuters anteriormente que o corpo do líder iraniano havia sido encontrado após um ataque, e o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos trabalharam em estreita colaboração com Israel para alvejar o homem que liderou o Irã desde 1989.
Mais cedo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, sugeriu que os ataques mataram Khamenei e conclamou os iranianos a “saírem às ruas e terminarem o serviço”.
Havia muitos sinais indicando que Khamenei “não existe mais”, disse Netanyahu.
Ele afirmou que o complexo de Khamenei foi destruído, assim como comandantes da Guarda Revolucionária e altos funcionários do programa nuclear.
A mídia iraniana noticiou que o genro e a nora de Khamenei foram mortos nos ataques.
Diferentes versões
Posteriormente, a mídia estatal iraniana citou uma fonte próxima ao gabinete de Khamenei dizendo: “posso afirmar com confiança que o líder da revolução está firme e inabalável no comando da situação.”
O Irã classificou os ataques como não provocados e ilegais e respondeu com mísseis disparados contra Israel e pelo menos outros sete países, incluindo os Estados do Golfo que abrigam bases militares americanas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, que fez a maior aposta em política externa de sua presidência após se apresentar como um “presidente da paz” em sua campanha de reeleição, disse que os ataques visavam acabar com a ameaça de um país que ameaça os Estados Unidos há décadas e garantir que o Irã não pudesse desenvolver uma arma nuclear.
Trump pediu que as forças de segurança iranianas depusessem suas armas e convidou os iranianos a derrubarem seu governo assim que o bombardeio terminasse.
Em um vídeo publicado durante a madrugada nas redes sociais, ele também alertou que poderia haver baixas americanas, embora algumas horas depois o Departamento de Defesa dos EUA tenha afirmado não ter relatos de mortes ou feridos americanos.
Fonte: InfoMoney




