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Lula defende exploração de petróleo na Margem Equatorial e critica privatizações da Petrobras

Presidente afirmou que atividade na Foz do Amazonas deve ocorrer com responsabilidade ambiental e destacou investimentos bilionários da estatal em São Paulo.

Há 2 horas — Por Repórter Tamandaré

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Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta segunda-feira (18) a exploração de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas, localizada na Margem Equatorial brasileira. Durante visita à Refinaria de Paulínia (Replan), em São Paulo, Lula afirmou que a atividade deve ser realizada com responsabilidade ambiental e reforçou que o governo federal mantém compromisso com a preservação da Amazônia.


Ao abordar o tema, o presidente argumentou que a exploração da região também envolve questões de soberania nacional e segurança energética. Lula citou o potencial econômico da Margem Equatorial, considerada estratégica pela Petrobras devido às perspectivas de reservas petrolíferas semelhantes às do pré-sal brasileiro.


Durante o discurso, Lula também voltou a criticar processos de privatização realizados nos últimos anos, como a venda da BR Distribuidora e da Liquigás. Segundo o presidente, houve tentativa de enfraquecer gradualmente a Petrobras por meio da venda de subsidiárias e ativos estratégicos da estatal. Lula defendeu que a empresa continue sendo tratada como patrimônio nacional e ressaltou a importância da Petrobras para o abastecimento de combustíveis no país.


A agenda em Paulínia também marcou o anúncio de R$ 37 bilhões em investimentos da Petrobras no estado de São Paulo até 2030. Os recursos serão destinados a áreas como refino, logística, exploração, produção e energia sustentável, com previsão de geração de cerca de 38 mil empregos diretos e indiretos. Parte dos investimentos será aplicada na ampliação da Refinaria de Paulínia, considerada a maior do país.


A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, destacou ainda projetos voltados à produção de combustíveis renováveis, ampliação da produção de gás natural e novas descobertas no pré-sal da Bacia de Santos. Segundo ela, a estatal pretende alcançar autossuficiência nacional na produção de diesel até 2030.


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