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Morte de Ali Khamenei gera reações globais e amplia tensão no Oriente Médio

Líderes mundiais, grupos regionais e organismos internacionais se manifestam após ofensiva de EUA e Israel contra o Irã

Agora — Por Robson Júnior

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Foto: Redes sociais/Pinterest

A confirmação da morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, provocou forte repercussão internacional neste domingo (1º), após os bombardeios iniciados por Estados Unidos e Israel. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou a ação como uma violação das normas do direito internacional e prestou condolências ao governo e à população iraniana. A China também condenou o ataque, afirmando que a operação fere a soberania do país e pedindo o fim imediato das ações militares.

Em contraste, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que a ofensiva continuará com o objetivo de desmantelar a estrutura do governo iraniano e sinalizou novos ataques contra alvos estratégicos. O presidente norte-americano, Donald Trump, advertiu que qualquer retaliação iraniana será respondida com força ampliada.

Grupos armados e movimentos políticos do Oriente Médio, como Hezbollah, Hamas, Jihad Islâmica e os huthis do Iêmen, condenaram a morte de Khamenei e prometeram reagir. No plano interno, o Irã anunciou a criação de um conselho de liderança temporária, composto pelo presidente Masoud Pezeshkian e outras autoridades, que assumirá funções estratégicas até que a Assembleia de Especialistas eleja um novo líder supremo.

Organizações internacionais também manifestaram preocupação com a escalada. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, convocou reunião de emergência do Conselho de Segurança e pediu o fim das hostilidades. A Organização Mundial da Saúde alertou para os riscos humanitários, enquanto a Agência Internacional de Energia Atômica informou que monitora a segurança das instalações nucleares na região.

O governo do Brasil ainda não se pronunciou especificamente sobre a morte do líder iraniano. Em nota anterior, o Ministério das Relações Exteriores manifestou preocupação com a escalada das hostilidades no Golfo e seus possíveis impactos humanitários e econômicos.

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