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TV Record expõe suposta “polícia paralela” em Pernambuco e levanta suspeitas de perseguição política

Matéria exibida no Domingo Espetacular apresenta documentos, mensagens e depoimentos sobre supostas irregularidades na atuação policial durante a gestão estadual

Há 23 horas — Por Robson Júnior

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Foto: Redes sociais/Safari/Google

Uma reportagem exibida no último domingo (25) pelo programa Domingo Espetacular, da TV Record, trouxe à tona denúncias consideradas graves envolvendo a atuação da Polícia Civil de Pernambuco durante a gestão da governadora Raquel Lyra. O material apresentado reúne documentos internos, trocas de mensagens entre policiais e depoimentos, alguns sob sigilo, que indicam possível uso político da estrutura policial, além de perseguição a servidores e práticas de monitoramento sem respaldo legal.


Segundo a reportagem, entre os alvos das ações citadas estaria o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, apontado como liderança em pesquisas eleitorais no estado. A emissora destacou que o nome do gestor aparece, direta ou indiretamente, em pelo menos duas situações investigadas, levantando suspeitas de que apurações teriam sido direcionadas por interesses políticos em um contexto pré-eleitoral.


Entre os episódios apresentados está a divulgação de ofícios internos da Polícia Civil. Em um dos documentos, um delegado determina a continuidade de uma investigação mesmo após o arquivamento formal do caso por ausência de provas, no episódio envolvendo creches do Recife. De acordo com a reportagem, o texto do ofício cita a relevância eleitoral da apuração, o que levanta questionamentos sobre possível desvio de finalidade e violação de princípios administrativos que regem a atuação policial.


A matéria também exibiu conversas de um grupo de WhatsApp denominado “Nova Missão”, formado por policiais civis. As mensagens indicariam ações de monitoramento direcionadas ao secretário de Articulação Política e Social da Prefeitura do Recife, Gustavo Monteiro, tratado nas conversas como “alvo”. Ainda segundo a reportagem, há indícios de vigilância e rastreamento do servidor Eduardo Monteiro, irmão do secretário, sem que haja referência a inquérito formal, autorização judicial ou investigação oficial, o que foi confirmado pela própria Polícia Civil ao reconhecer a inexistência de procedimento instaurado.

Com informações do Blog do Magno

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