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Presidente do Instituto Voto Legal segue foragido após ordem de prisão do STF

Decisão de Alexandre de Moraes busca evitar novas fugas de condenados ligados à trama golpista.

Há 53 dias — Por Robson Júnior

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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil—

O presidente do Instituto Voto Legal (IVL), Carlos Rocha, continua foragido após ter a prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A decisão foi tomada de ofício e integra um conjunto de medidas adotadas pela Corte para impedir novas fugas de réus já condenados no âmbito da trama golpista.


A ordem judicial foi expedida após a prisão do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, detido no Paraguai ao tentar deixar o país. Segundo as investigações, Vasques teria rompido a tornozeleira eletrônica e utilizado documentos falsos para viabilizar a fuga, o que acendeu um alerta no STF.


Diante desse cenário, o Supremo determinou a expedição de dez mandados de prisão preventiva contra condenados que estavam em liberdade com medidas cautelares. A avaliação interna foi de que havia risco concreto de evasão e de descumprimento das decisões judiciais.


Até o momento, nove dos alvos foram localizados e presos. Carlos Rocha é o único que permanece foragido, sendo considerado prioridade pelas forças de segurança responsáveis pelo cumprimento da ordem.


Rocha foi condenado a sete anos e seis meses de prisão por atuar diretamente na produção de um relatório considerado falso contra o sistema eletrônico de votação, utilizado para alimentar narrativas de fraude eleitoral e questionar o resultado das eleições.


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