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STF abre Ano Judiciário de 2026 com presença dos chefes dos Três Poderes

Sessão solene marca retomada dos trabalhos após recesso e ocorre em meio a críticas envolvendo investigações sobre o Banco Master

Há 1 dia — Por Robson Júnior

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Foto: © MARCELLO CASAL JR/AGÊNCIA BRASIL

O Supremo Tribunal Federal realiza nesta segunda-feira (2) a sessão solene de abertura do Ano Judiciário de 2026, marcando oficialmente a retomada dos trabalhos da Corte após o recesso. A cerimônia está prevista para as 14h e contará com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, além dos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado Federal, Davi Alcolumbre.


Também foram convidados para a solenidade o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Beto Simonetti, representando, respectivamente, o Ministério Público e a advocacia. O evento tradicional reúne autoridades dos Três Poderes e entidades do sistema de Justiça.


A abertura do Ano Judiciário ocorre em um contexto de críticas públicas ao Supremo relacionadas à condução das investigações sobre as fraudes envolvendo o Banco Master. Recentemente, o ministro Alexandre de Moraes negou participação em um suposto encontro com o ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, na residência do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, classificando a informação como falsa.


O ministro Dias Toffoli também passou a ser alvo de questionamentos após reportagens indicarem a existência de irregularidades em um fundo de investimento ligado ao banco, que teria adquirido participação em um empreendimento pertencente a familiares do magistrado. O presidente do STF, ministro Edson Fachin, divulgou nota em defesa da atuação de Toffoli.


Os primeiros julgamentos do plenário em 2026 estão previstos para iniciar na quarta-feira (4). Entre os temas em pauta estão a validade de normas do Conselho Nacional de Justiça que limitam o uso de redes sociais por magistrados, debates sobre liberdade de expressão e a constitucionalidade do programa Escola Sem Partido. Ainda em fevereiro, a Primeira Turma do STF deve julgar a ação penal sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

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