
A denúncia de assédio envolvendo Pedro Henrique Espíndola e a participante Jordana, no Big Brother Brasil 26, gerou repercussões além do confinamento. Neste domingo, dia 18, o deputado federal Delegado Bruno Lima, do PP de São Paulo, afirmou que pretende apresentar uma representação ao Ministério Público contra o ex-participante. A manifestação foi feita por meio das redes sociais, onde o parlamentar classificou o episódio como inaceitável.
Segundo o relato de Jordana, o episódio ocorreu nas proximidades do banheiro, quando Pedro teria tentado forçar uma aproximação física indesejada. A participante afirmou que sentiu a mão dele em seu pescoço e relatou que ele segurou sua nuca e tentou beijá-la contra sua vontade, o que teria provocado choque e sensação de intimidação. Após o relato, a transmissão do Globoplay chegou a ser interrompida em alguns momentos.
Pouco tempo depois do ocorrido, Pedro permaneceu diante do botão de desistência e optou por deixar o programa. Os administradores de suas redes sociais se posicionaram publicamente, afirmando que não concordam com a atitude do participante. A equipe responsável pelo perfil destacou tristeza e indignação diante do comportamento, reforçando que o episódio ultrapassou limites.
O caso se soma a outras situações polêmicas envolvendo Pedro desde sua entrada no reality. O participante já havia protagonizado conflitos com colegas por declarações recorrentes sobre traições à esposa, além de atitudes questionadas dentro da casa, como a simulação de uma crise de ansiedade após uma prova e comportamentos considerados inadequados durante a convivência, o que contribuiu para seu isolamento no jogo.



